Afonso Cláudio recebe Unidade Móvel de Atendimento à Mulher

Com o objetivo principal de prevenir a violência contra a mulher, através de ações de conscientização e empoderamento, a Unidade Móvel de Atendimento à Mulher esteve, durante toda essa quinta-feira (21), na Praça Adherbal Galvão, atendendo as afonsoclaudenses. As mulheres que circularam pelo evento puderam também participar de ações de beleza, saúde e artesanato. O evento contou também com uma apresentação cultural feita pelas crianças que frequentam o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

 

As ações foram uma parceria da Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH), por meio da Subsecretaria de Políticas para a Mulher, e da Prefeitura de Afonso Cláudio, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social. Na ocasião, também foram apresentados os serviços oferecidos pelo CRAS e pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Afonso Cláudio. “Com esse evento, queremos trazer mais conhecimento do que ofertamos no município, seja por meio do CRAS, do CREAS ou da própria Secretaria de Ação Social”, explicou a secretária de Assistência Social, Luzia Stein.

 

A ação contou ainda com a participação da subsecretária de Estado de Políticas Públicas Para Mulheres, Helena Pacheco. “Precisamos conscientizar as mulheres sobre os diversos tipos de violência, que, inclusive, não escolhem classe social. A violência é uma realidade muito grande, mas nós trabalhamos para levar conhecimento e orientação para onde precisa”, disse.

A subsecretária lembrou ainda que as vítimas de violência muitas vezes tem medo ou vergonha de se expor, mas que elas precisam saber buscar ajuda. “Esse é um momento de mostrar os caminhos para essa ajuda tanto no município quanto no Estado. Com a informação correta, a mulher consegue driblar a violência e viver de forma mais humana”, ressaltou Helena.

Uma das psicólogas responsável pelos atendimentos, Helena Penteado, conscientizou as mulheres dos diversos tipos de violência. “Às vezes pensamos que violência é só agressão física, mas existe ainda a violência psicológica, sexual, patrimonial e econômica. Mesmo algumas não deixando marcas visíveis, certamente todas deixam resultados negativos e precisam ser combatidas”, apontou a psicóloga, durante roda de conversa com as mulheres presentes.

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